
Esta não foi a equipa que se apurou para a Liga dos Campeões. Esta não foi a equipa que apenas foi eliminada da prova europeia por influência da arbitragem. Esta não foi sequer a equipa fria que venceu o Marítimo na última jornada.
O Vitória que jogou frente ao Nacional no D. Afonso Henriques foi uma equipa pesada, sem ideias e sem fio de jogo. Exceptuando duas ocasiões, logo ao início da partida, o resto do encontro foi um deserto. E por isso não é difícil perceber a derrota em casa, na pior exibição dos últimos tempos.
Cajuda esteve mal. Esteve mal ao jogar com dois trincos
O jogo foi muito quente, especialmente na segunda parte. Mas não foi por causa da arbitragem que o Vitória perdeu. O primeiro golo do Nacional é limpo (culpas para a defesa do Vitória, especialmente para Sereno). O único motivo de queixo dos vitorianos foi a expulsão perdoada ao central do Nacional Edson aos 44 minutos. O defesa madeirense devia ter visto o segundo cartão amarelo (tinha visto o primeiro aos
Mas isto não chega para desculpar o fracasso do Vitória e o descalabro que foi a segunda parte. A equipa de Guimarães esteve excessivamente nervosa e aos 60 minutos o árbitro assinala grande penalidade indiscutível para o Nacional, uma vez que há carga irregular de Gregory. Na conversão, Alonso aumentou a contagem.
Sereno, aos 64 minutos foi infantilmente expulso. Foi provocado por Rafael Bastos, mas respondeu intempestivamente e é bem excluído. A intranquilidade passou ao resto da equipa e, cinco minutos depois, o outro central vitoriano, Gragory, é também expulso por agressão ao um adversário.
O jogo terminava aí.
Veredicto Contabilidade Organizada: -0
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